Por dia, 15,8 raios atingem o município de Palmas, Sul do Paraná, em média. Com base em informações do Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT), vinculado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a densidade de descargas elétricas do município é de, aproximadamente, 3,7 raios por quilômetro quadrado ao ano. No ranking estadual de incidência de raios, Palmas está na posição 371.

Conforme os dados do ELAT, a média anual de ocorrência de raios em Palmas é de cerca de 5,7 mil. No Paraná, o município com maior incidência de raios é Antonina, na região litorânea, que tem uma densidade de 8,14 raios por quilômetro quadrado por ano.

Os raios são descargas elétricas intensas e ocorrem quando a concentração de cargas nos centros positivo e negativo da nuvem cresce muito e o ar que os circunda não consegue mais isolá-los. Alguns fatores influenciam sua formação, como a altitude, a proximidade do mar, a umidade do ar e a ocorrência de frentes frias.

Um raio dura em média meio segundo. Nesse intervalo de tempo vários fenômenos ocorrem, entre eles os fenômenos físicos e climáticos. De acordo com a variação do clima os raios podem ser mais ou menos intensos.

As consequências das descargas elétricas de um raio podem ser desastrosas, em razão da grande quantidade de energia que é liberada durante a descarga. Foram criados vários dispositivos que protegem contra os raios, porém o mais conhecido deles é o para-raios. Outras medidas preventivas podem ser tomadas no intuito de manter-se seguro contra raios, como evitar contato com meios condutores (antenas, água, materiais elétricos); durante uma tempestade evitar lugares abertos, não ficar sob árvores, elevações; e não manipular materiais inflamáveis.