Equipes do Canil do 3º Batalhão de Polícia Militar de Pato Branco e do Batalhão de Operações com Cães, do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina, enceraram na tarde desta quarta-feira (08) as buscas ao corpo da costureira Marli da Silva Frizanco, 47 anos, desaparecida desde junho de 2016.

Entre terça-feira e quarta-feira foram vistoriados três locais a pedido do Ministério Público. A primeira busca foi a casa onde Marli morava na Rua Elias Scalco, no Bairro Vila Nova, em Francisco Beltrão. Conforme o Tenente Domingues, do Corpo de Bombeiros de SC, foi feito uma vistoria geral na casa e no terreno, inclusive entre os entulhos depositados no local, porém nenhum vestígio do corpo foi encontrado.

Na manhã de quarta-feira (08) as buscas se concentraram na comunidade de Rio Serrinho, que fica entre os municípios de Enéas Marques e Nova Esperança do Sudoeste. No local, a cerca de três meses haviam sido encontradas algumas peças de roupa, que segundo a família seriam de Marli. A busca se concentrou na propriedade de familiares da desaparecida, inclusive na margem de um rio.

Já o terceiro local vistoriado foi uma propriedade na comunidade de Nova Seção, que fica próximo de Francisco Beltrão. O local, segundo informações, costumava ser frequentado pela família de Marli, mas também nenhum vestígio do corpo foi constatado. O cão utilizado nas buscas pode varejar cadáveres em decomposição, ou decompostos, num período de até dois anos.

Fotos: Divulgação Corpo de Bombeiros de SC