• Compartilhe no Facebook
Neste dia 28 de setembro é lembrado o Dia Mundial contra a Raiva, doença infecciosa que afeta os mamíferos causada pelo vírus da raiva que se instala e multiplica primeiro nos nervos periféricos e depois no sistema nervoso central e dali para as glândulas salivares, de onde se multiplica e propaga.

 

Segundo a Doutora Nathalia Behne Branco, médica veterinária, “Apesar do maior índice de contaminação para os seres humanos ser pelos cães, outros animais também podem disseminar a doença como o macaco e morcegos contaminados”, afirma.  Segundo ela o período de contaminação e os primeiros sintomas também é um fator muito importante. “Pode variar de alguns dias até mesmo anos, mas a média é de 45 dias no ser humano e de 10 dias a 2 meses no cão”, afirmou.

 

Os sintomas incluem: fraqueza, dificuldade de glutição, desconforto, salivação, febre, e na medida em que a doença vai avançando podem ocorrer alucinações, espasmos, paralisia e até mesmo a morte. A taxa de mortalidade desta zoonose é de 100%. A orientação é de que ao ser agredido por um animal, lave imediatamente o ferimento com água e sabão além de procurar assistência médica assim que possível.

 

A prevenção pode ser feita através do controle populacional de morcegos principalmente em regiões próximas a rebanhos, e no caso de animais domésticos através da vacina contra a raiva que deve ser atualizada anualmente.