Luiz Perin na Rádio Onda Sul / Foto: Francione Pruch
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Luiz Perin na Rádio Onda Sul / Foto: Francione Pruch

No próximo dia 15, vários movimentos sociais saem às ruas em protesto contra a Reforma da Previdência Social, a qual segue em discussão na Câmara dos Deputados Federais. A paralisação de âmbito nacional, já movimenta agricultores, professores, sindicatos, federações e demais entidades.

“A PEC que vem mudar a vida dos trabalhadores no geral. Muda a relação, idade, recursos, traz uma grande preocupação para a classe trabalhadora do nosso país. É uma PEC que vai trazer muitos prejuízos aos trabalhadores, principalmente para os pequenos municípios, onde tem uma base grande de pessoas que vivem da aposentadoria”. Comenta o Representante da FETRAF-Sul (Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar) Luiz Perin.

A proposta enviada pelo governo divide opiniões, principalmente pela pressa que o Presidente Michel Temer (PMDB) tem em aprovar o projeto antes da metade do ano.
Perin acredita que essa proposta deveria sem amplamente debatida com a sociedade e se tiver alterações, que seja em todas as aposentadorias, “se tem que fazer mudança na previdência, temos que mudar geral. Não podemos fatiar ela e trazer para os trabalhadores o desgaste e prejuízo para quem ganha salário mínimo. Se é para fazer uma reforma, vamos começar com as grandes aposentadorias, pensões, como deputados, ministros, juízes, promotores. Isso seria o justo se fosse fazer uma reforma”.

Aos poucos os movimentos estão se organizando, definindo programação, locais e logística para as manifestações do dia 15. “A uma decisão na região de fazer alguns atos, microrregionais. A ideia é fazer as regiões de Realeza, Pato Brancos, Francisco Beltrão, mas ainda não está definido se o pessoal vai para a praça, ou na frente do INSS. Tem a necessidade e o pessoal está articulando para fazer grandes atos, juntamente a nível nacional”. Destaca Perin.