Teve sequência nesta terça-feira(01) o processo de construção do Plano de Desenvolvimento de Palmas para os próximos 15 anos. Durante aproximadamente oito horas foram apresentados e analisados dados relativos ao município e formuladas sugestões de solução para problemas e de valorização das potencialidades econômicas, políticas, socais e culturais do município.

Os trabalhos para o Palmas 2030 foram coordenados pela equipe de Fomento e Desenvolvimento da Fiep – Federação das Indústrias do Estado do Paraná. Em espaços da unidade do SESI/SENAI, os 65 representantes de entidades que integram Movimento Palmas Desenvolvida foram distribuídos em grupos conforme os eixos definidos pela metodologia de trabalho: Saúde, Educação, Emprego e Renda e Desenvolvimento Urbano. As atividades iniciaram às 16h00 e se estenderam até as 22h00.

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Foi o segundo estágio do processo. Na primeira oportunidade havia ocorrido o Seminário de Sensibilização das lideranças. A próxima fase está marcada para a última semana do mês de setembro, quando a equipe da FIEP estará apresentando aos participantes do Movimento o relatório sistematizado com as propostas e sugestões.

O Gerente de Fomento e Desenvolvimento da Fiep, Marcelo Percicotti, comemorou a ampla participação das lideranças de Palmas na construção do Plano. Conforme ele, foram apresentadas mais de 30 propostas que agora estarão sendo direcionadas a partir de um conjunto de tarefas e ações para que sejam contempladas em curto, médio e longo prazos.

O vice-presidente da FIEP, empresário palmense, Roni Marini, salientou que o envolvimento na construção do Plano Palmas 2030 faz parte da política de interiorização das ações da Federação Industrial do Paraná visando colaborar com o processo de desenvolvimento das várias regiões. “ Há uma constante preocupação da Fiep nesse sentido e quero parabenizar o Movimento Palmas Desenvolvida por estar realizando esse importante trabalho”, frisou Marini.

O coordenador do Movimento Palmas Desenvolvida, Ademilsom Mensor, na abertura do Seminário salientou que o trabalho estava sendo possível pela união de forças em torno de um ideal. “O momento é propício para reforçar a crença nas potencialidades intelectuais e do sentimento em favor do município”, frisou Mensor, enfatizando que as ações Movimento não envolveram, não envolvem e nunca terão cunho político partidário. “O que vamos fazer é um plano para o futuro de Palmas, independente das gestões no governo”, disse ele.

Após as conclusões da segunda etapa, igualmente a manifestação do Gerente da FIEP, Mensor considerou o trabalho como algo surpreendente, pela manifestação de um espirito de interesse pelo município demonstrados pelos representantes das entidades em buscar soluções para os números negativos em vários setores. “Foi uma demonstração da força que se pode desenvolver no dia a dia para promover a transformação de nossa sociedade”, disse ele.