O INCRA do Paraná iniciou o  levantamento de informações junto aos moradores dos bairros São Sebastião do Rocio e Aeroporto, no município de Palmas, sul do Paraná. Ao todo serão consultadas aproximadamente 600 famílias que residem sobre uma área de 537 hectares que está sendo reclamada como remanescente de quilombo. O objetivo do levantamento demográfico é conhecer a realidade dos moradores e moradoras da região, principalmente os não quilombolas.

A primeira etapa trabalho se estenderá até o dia 04 de abril, onde servidores do Incra aplicam  questionários de casa em casa. As entrevistas contemplam itens relacionados a questões fundiárias e socioeconômicas. Conforme o superintendente do INCRA no Paraná, Milton Guedes, o trabalho em desenvolvimento faz parte do processo de regularização do território quilombola da comunidade Adelaide Maria Trindade Batista.

Conforme Guedes, caso seja confirmada a área como sendo território quilombola, as demais famílias residentes terão suas propriedades indenizadas em dinheiro e a preço de mercado. “O interesse do INCRA é reconhecer os direitos dos quilombolas, mas também dos demais moradores. Ninguém sairá prejudicado”.

Alertou que o levantamento em andamento é apenas mais um passo que deve ser dado, não se tratando de uma situação definitiva e que não há motivo para preocupação dos demais moradores, que devem receber bem os funcionários do INCRA que estão apenas coletando informações. “Várias outras etapas deverão ser realizadas antes que haja, se for o caso, a assinatura de demarcação e titulação do território pela presidência da república”, disse o superintendente. Pediu que as famílias respondessem adequadamente os questionários, pois os dados serão fundamentais até mesmo para garantir os direitos das famílias futuramente.

Alertou que o levantamento em andamento é apenas mais um passo que deve ser dado, não se tratando de uma situação definitiva e que não há motivo para preocupação dos demais moradores, que devem receber bem os funcionários do Incra que estão apenas coletando informações. “Várias outras etapas deverão ser realizadas antes que haja, se for o caso, a assinatura de demarcação e titulação do território pela presidência da república”, disse o superintendente. Pediu que as famílias respondam adequadamente os questionários, pois os dados serão fundamentais até mesmo para garantir os direitos das famílias futuramente.