As mortes do segurança Emerson Fernandes de Oliveira, 40 anos, e de Luiz Henrique Granella, popular Kaique, registradas na madrugada de sábado (23) após uma confusão numa boate de Realeza, Sudoeste do Estado, estão sendo investigadas pela Polícia Civil.

Lucas Mariano Mendes, delegado de Realeza, está investigando o crime. Foto: Arquivo RBJ
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Lucas Mariano Mendes, delegado de Realeza, está investigando o crime. Foto: Arquivo RBJ

De acordo com o delegado Lucas Mariano Mendes, responsável pelo caso, várias pessoas já foram ouvidas pela polícia. Segundo ele, foi apurado que Emerson não estava trabalhando, porém a família garante que ele estava sim a serviço no evento. O segurança foi atingido com um tiro na cabeça no momento em que ajudava colegas de profissão a separar pessoas que haviam se envolvido em uma briga. O tiro teria sido efetuado por Luiz Henrique, que portava documentos em nome de Amâncio de Lima. Depois disso, teve início uma intensa troca de tiros no estacionamento.

Mais de 30 tiros de pistola calibre 380 foram disparados no local. Amâncio foi baleado e recebeu atendimento, mas devido à gravidade morreu em Francisco Beltrão, no Hospital Regional do Sudoeste. Em entrevista ao RBJ, o delegado adiantou que além das duas vítimas, os tiros acertaram três carros que estavam estacionados. Um deles foi ainda depredado a pedradas.

Para ele, não resta dúvidas que houve o envolvimento de outras pessoas, que devem ser identificadas nas próximas horas. A polícia também busca encontrar as armas usadas durante a confusão. O homem que iniciou a confusão e também morreu (Luiz Henrique Granella) já responde por homicídio e era procurado pela justiça, estava com mandado de prisão.