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Variedade Eva, desenvolvida pelo Iapar de Palmas, produtividade incomparável, destaca o Chefe da Estação.

O Governador do Estado, Carlos Massa Ratinho Junior, afirmou na terça-feira (8), que o Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) não será extinto. Avaliou que órgão é importante e um patrimônio do Paraná. “Nunca se cogitou acabar o Iapar”, disse Ratinho Junior, em reunião com representantes do setor produtivo de Londrina e região, no Palácio Iguaçu, em Curitiba.

Em Palmas, no sul do Estado, a Estação se dedica, desde a sua instalação no final da década de 70, ao desenvolvimento de pesquisa e experimentos para fruticultura, especialmente a maçã.

Como resultado, diversas novas cultivares já foram lançadas, algumas já em produção comercial em diversas regiões do Brasil. No município a colheita da safra 2018/2019 está em andamento. Como fruto do trabalho da pesquisa  destacam-se as variedades precoces Eva e Julieta.

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“Maçã Julieta, consumida no seu ponto de maturação tem sabor incomparável. Precocidade, resistência, beleza e sabor”, avalia Schvieczrski.

Conforme o Chefe da Estação, Wilson Schvieczrski, na unidade há um banco de germoplasma de cultivares diferenciadas que estão passando por cruzamento para identificar novas variedades.

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Foram identificadas 24 espécies tidas como promissoras e, destas, cinco estão em fase de multiplicação. “Estamos há dez anos pesquisando e é provável que num prazo, não inferir a cinco anos, seja possível lançar uma nova variedade de maçã no mercado”, disse ele.

Na Estação local se desenvolve também a pesquisa com porta-enxertos da linha CG, de origem  norte- americana. Isso permitirá, num prazo de cinco anos, oferecer aos produtores outras opções aos usuais Maruba e M9, onde são desenvolvidas as cultivares Gala e Fuji, por exemplo.