As complicações decorrentes de problemas no coração e diabetes mataram  71 pessoas neste ano no município. É o que mostra o Relatório Operacional da Secretaria de Saúde, apresentado em Audiência Pública, pelo responsável pelo Faturamento Ambulatorial, Gelson Kovalhuk.

Entre maio/agosto foram 112 óbitos, do total de 199 desde o primeiro quadrimestre.  As doenças pulmonares ocasionaram 39 mortes de palmenses e câncer outras 24. As mortes violentas ou outras causas externas, totalizaram 20 casos

NASCIMENTOS

Na outra ponta estão os 572 nascimentos. Do total, doze morreram no mesmo período, estabelecendo taxa de mortalidade infantil(preliminar)  em 20,97 óbitos/mil nascidos.A metade das mortes tiveram origem em afecções no período perinatal, tais como, complicações da gravidez, do trabalho de parto e do parto; problemas respiratórios, vasculares, hemorrágicos e digestivos do feto ou do recém-nascido. Outros cinco óbitos ocorreram por doenças do sistemas nervoso, circulatório e respiratório.

Mortalidade Infantil
16,66 – 2017
11,61 – 2016
18,62 – 2015
13,47 – 2014

O histórico para o alto índice de gravidez na adolescência e a falta de pré-natal entre as gestantes são as duas principais causas de mortes de crianças menores de um ano em Palmas, Paraná. Muitas adolescentes escondem o estado de gravidez da família e com isso também não realizam o acompanhamento necessário, o que vai refletir, em muitos casos, na morte da criança.

Outro fator, é que muitas gestantes, mesmo  em fase adulta, despreocupam-se com o pré-natal e nos cuidados básicos com a criança após o nascimento, podendo levar a morte  antes de completar um ano.