por Ivan Cezar Fochzato

Muito mais que disponibilizar uma estrutura para captação e implante de órgãos e tecidos, a questão ainda passa no Brasil pela falta de informações e disposição de familiares em consentir a doação.

 

Esta é análise do médico, Dr William Olderiedi, que é presidente da Comissão Intrahospitalar de Coleta de Órgãos e Tecidos do Hospital Santa Pelizzari em Palmas, Paraná, estabelecimento credenciado para os procedimentos de captação junto ao Ministério da Saúde. Conforme o médico, a abordagem dos familiares de pessoas que tem morte encefálica comprovada clinicamente ainda é bastante marcada por mitos, em que há resistem em aceitar a condição para permitir a doação.

 

 

Conforme o médico,  hoje no Brasil há uma lojística muito boa para captação, transporte e implantes de órgãos, que obdece uma lista de receptores organizada pelos órgãos de saúde. Explicou que pela legislação atual do Brasil não há mais necessidade de registrar em documento sua intenção deser doador basta apenas, em vida a pessoa a manifestar a disposição disposição a algum familiar verbalmente.

 

Entretanto, é a família quem decide pela doação dos órgãos. Explicou que somente em pessoas que tem morte encefálica clinicamente comprovada é possível fazer a captação. Uma pessoa pode salvar ou dar continuidade a vidade de outras vinte e cinco pessoas. Ouça parte da entrevista concedida à Rádio Club AM, no último 27 de outubro, Dia Nacional da Doação de Órgãos e Tecidos. Clique áudio

 

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