A presidente Dilma Rousseff (PT) anunciou na manhã desta sexta-feira (02) o corte de oito ministérios, a redução nos salários dos ministros, a criação de metas para redução de gastos de custeio, dentre outras medidas, que visam melhorar a sua governabilidade e buscar o apoio, principalmente do PMDB, para evitar a abertura de um processo de impeachment contra o seu mandato.

O anúncio ocorreu no Palácio do Planalto, na companhia do vice-presidente, Michel Temer (PMDB) e da sua equipe de governo. Dilma anunciou ainda a criação de uma Comissão Permanente para a Reforma do Estado, que terá como objetivo “reorganizar a administração federal” e fiscalizar o cumprimento das metas propostas pelo governo. A proposta inicial era o corte de 10 ministérios, porém, para poder atender as exigências dos peemedebistas, duas pastas, Aviação Civil e Portos tiveram que ser mantidas.

O PT ainda lidera a Esplanada com 9 ministérios. O PMDB agora tem 7 pastas sob o seu poder, enquanto que PTB, PR, PSD, PDT, PC do B, PP e PRB comandam um ministério cada. Os outros 8 ministérios têm à sua frente agentes sem filiação partidária.

Foi anunciada também a extinção de 3 mil cargos comissionados e de 30 secretarias, algumas deverão ser fundidas aos ministérios. Outra medida tomada, será a proibição de viagens em primeira classe para os ministros. O governo estima uma economia de R$ 200 milhões com a “nova” configuração..

Conheça a equipe (reformada) da presidente Dilma