Por Luiz Carlos Bittencourt

 

     É uma oportunidade de combater a discriminação e o preconceito, denunciar práticas que impedem o acesso aos serviços e aos direitos, fortalecer a política de acesso universal à prevenção e tratamento, incentivar as pessoas a fazer o teste rápido para HIV.
     O HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana), foi descoberto na década de 70. Sua transmissão não acontece pelo ar, toque, abraços. São necessárias condições específicas, tais como: relação sexual com pessoas infectadas, transfusão com sangue contaminado, uso de seringas já utilizadas e infectadas , também da mãe positiva para o bebê.
     As campanhas visam diminuir o preconceito em relação aos portadores, explicando as maneiras de contágio e sensibilizar a opinião pública ao diagnóstico precoce, fazendo o TESTE RÁPIDO, junto às Unidades de Saúde Pública de sua cidade. É bom para a saúde, gratuito, sigiloso e um direito. “Teste Rápido”, porque o resultado sai em alguns minutos, ao passo que a outra maneira pode demorar meses.
     É de suma importância que todos façam o teste. Assim estaremos cuidando de nossa saúde. É um direito de cada um saber de sua sorologia quanto ao HIV.
 
     O ato de realizar o teste, pode significar uma nova maneira de posicionar-se diante da epidemia, diminuindo a preconceito existente.
Se tiver o HIV, o acompanhamento médico ajuda a evitar doenças, impede a transmissão da mãe para o bebê e facilita o tratamento. Se não tiver o HIV, renova-se o compromisso de cuidados e prevenção consigo e com os outros. Muitos morrem de AIDS por não fazer o teste. “Quem se ama se cuida e cuida de quem ama”. Fazer o teste é um ato de amor por você. Vamos, de mãos dadas, lutar para que este vírus não continue sendo o causador de milhões de mortes no mundo.