Curso ajuda profissionais a organizarem melhor eventos na região

por Evandro Artuzzi em 13 de setembro de 2018 14:08
por Evandro Artuzzi em 13 de setembro de 2018 14:08
Esta matéria utiliza fontes de: Redação com assessoria

“Hoje, nas instituições e organizações, existe uma grande preocupação em qualificar seus profissionais nessa área de protocolo, cerimonial e etiqueta. É importante eles terem o mínimo de noção de como fazer um cerimonial porque o número de eventos vem crescendo dentro das instituições”. A análise é de Maria Inês Guiné, de Guarapuava, que ministrou nos dias 11 e 12 de setembro, terça e quarta-feira, o curso “Iniciação em Cerimonial e Protocolo”, no Sebrae de Francisco Beltrão.

Para a cerimonialista, as associações comerciais do Paraná, por exemplo, são referência em seus municípios, inclusive nos eventos que realizam. “Cerimonial, protocolo e etiqueta são o tripé que fortalecem os eventos, independentemente do tamanho deles”.

Ronaldo Zanoni, consultor da Associação Empresarial (Acefb), opina sobre o curso, que para ele “foi de grande relevância, pois aborda um tema do dia a dia de nosso trabalho”. “No Programa Empreender e na Acefb participamos e promovemos eventos o ano todo. Como disse a instrutora [Maria Inês], as ACEs são e devem ser referência em organização de eventos. O cerimonial e protocolo bem executados elevam o nível do evento e evitam uma série de constrangimentos. Acredito que este curso vem enriquecer ainda mais nossos eventos, o que se pratica em grandes capitais é praticado em nossa região, claro, sempre adaptando em cada realidade. Quando todos seguem o mesmo padrão que a norma pede, aumentamos o nível e nos tornamos referência”, disse Ronaldo.

Outra participante, Patrícia Klochinski Fiori, da Fiori Filmes, está satisfeita com o conteúdo aplicado. “Tem várias coisas que a gente vê nos eventos e não sabe o porquê de aquilo estar sendo feito. A instrutora explicou toda a questão, por exemplo, de quem é chamado primeiro para compor a mesa num evento, o posicionamento das bandeiras, de que forma o mestre de cerimônia deve chamar essas pessoas para frente, existe uma lei que determina essa ordem. Foi legal também porque ela tinha sempre explicava com base no que ela passou e resumiu tudo que compõe um evento. Valeu muito a pena ter participado”.

“A gente sempre pede informações para os amigos de como se faz um cerimonial, mas não temos certeza se estamos fazendo corretamente. O curso acrescentou bastante, pudemos ver o que a gente fazia de errado nos eventos”, resume Ana Paula Ghiot.

 

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