A necessidade de investimentos em logística e implantação de corredores rodoviários contemplando as rodovias PRC 280 e BR 163 no Sudoeste e BR 153 no Sul do Paraná foram propostas discutidas durante reunião na sede da Federação das Indústrias do Estado do Paraná. Das discussões participaram o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho; o ministro dos Transportes, Antonio Carlos Rodrigues, e o presidente da FIEP, Edson Campagnolo, além de lideranças políticas.

Na última sexta-feira(19), Richa Filho, entregou ao ministro um caderno de reivindicações, mostrando a necessidade de investimentos em quatro corredores rodoviários prioritários ao Paraná. Outro pedido foi que haja uma definição sobre a ferrovia entre Maracaju (MS) e Paranaguá.

Um dos corredores seria formado pelas rodovias BR-163, desde o Oeste do Paraná e a PR-280 pelo Sudoeste e Sul do Estado, com mais de 350 quilômetros, que atenderia o escoamento de safra do Oeste paranaense, além dos estados do Centro-Oeste brasileiro e o Paraguai. Explicou Richa Filho que este é um corredor que vai permitir dar maior valor agregado à produção brasileira e aproximar áreas de produção aos portos paranaenses e catarinenses. Outro Coorredor seria formado pela rodovia Transbrasiliana, BR-153. Segundo análise da Secretaria de Infraestrutura do Paraná, a conexão rodoviária seria entre o Norte Pioneiro ao Sul do Paraná.

Além da estrutura rodoviária, o presidente da Fiep, Edson Campagnolo, pediu agilidade do governo federal na definição dos projetos previstos para o Estado como a obra Maracajú(MS) e o Porto de Paranáguá(PR) e a do traçado da ferrovia Norte-Sul,que contemplaria também o Sudoeste paranaense. Segundo Campagnolo, o setor produtivo e o governo estadual já apresentaram estudos e, por isto, a União já teria subsídios para lançar o projeto da ferrovia de Maracaju. O ministro se comprometeu em marcar uma reunião com Agência Nacional de Transportes Terrestres para acelerar este processo.