Por Larissa Mazaloti

 

Municípios em todo o Brasil preparam as conferências municipais de Assistência Social. Nos encontros, órgãos públicos ou não, ligados a rede de atendimento em assistência social, debatem as necessidades e prioridades para a elaboração de políticas públicas sociais.

 

Além do diálogo, são votados os delegados que representarão as cidades na conferência estadual e nacional. No sudoeste do Paraná não é diferente. Conselhos municipais de Assistência Social, com o apoio dos gestores locais realizam as conferências para falar sobre o tema proposto: Consolidar o SUAS e Valorizar seus Trabalhadores. O

 

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e o Conselho Nacional de Assistência Social são os articulares dos debates em todo o País.

Em Francisco Beltrão a IX Conferência Municipal de Assistência Social acontece nesta quarta-feira (3). O debate visa colaborar com o aperfeiçoamento do Sistema Único de Assistência Social no município. A conferência será na AFM, a partir das 8h30.

 

Dados

(Fonte: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS))

 

Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS). Durante esses anos, tem garantido proteção social à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice, por meio de uma rede descentralizada que envolve gestores de 99,5% dos municípios brasileiros. Isso significa que prefeituras, estados e o Distrito Federal têm autonomia para gerir a assistência social de forma organizada e com apoio do Governo Federal, por meio de repasses de recursos. A adesão do município é voluntária.

Em 6 de julho deste ano, a presidenta Dilma Rousseff sancionou o projeto que garante a continuidade do repasse de benefícios de transferência de renda à população vulnerável e para os serviços ofertados nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e nos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas).

Os recursos do MDS destinados à política pública de assistência aumentaram de R$ 11,4 bilhões, em 2003, para R$ 43,1 bilhões, em 2011. Uma evolução orçamentária que possibilitou ampliar a oferta de serviços e benefícios na área da assistência social.