O anúncio de medidas econômicas, visando o incremento de R$ 20 bilhões nas contas do Governo, causou reações variadas em toda a população brasileira. O que mais chamou atenção foi o aumento de R$ 0,22 no preço da gasolina, em função do reajuste do PIS (Programa de Integração Social) e da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico). O diesel deve subir R$0,15. Os reajustes passam a valer a partir de 1º de fevereiro.

Em Palmas, sul do Paraná, o preço da gasolina varia entre R$ 3,08 e R$ 3,14, mantendo o município com uma média de R$ 3,11 por litro do combustível. Com o impacto da inflação, estima-se que o reajuste fique entre 5% e 7% no bolso dos consumidores. Com isso, a gasolina vendida em Palmas pode chegar à R$ 3,32. Já o diesel pode ultrapassar os R$ 2,74, na média.

Na região, Palmas é o detentor da gasolina mais cara. Em Pato Branco, por exemplo, o preço médio é R$ 3,03 e em Francisco Beltrão a gasolina é comercializada à R$ 3,06. Em União da Vitória, o combustível custa os mesmos R$ 3,11 que em Palmas, em média.

O diesel, por sua vez, é vendido, em média, à R$ 2,57 em Palmas. Em União da Vitória à R$ 2,59. Em Pato Branco à R$ 2,58 e em Francisco Beltrão à R$ 2,53.

Por sua vez, a Petrobras anunciou que vai repassar a nova tributação para os preços, e a gasolina e o diesel vão aumentar na refinaria. Com o impacto da inflação, estima-se que o reajuste fique entre 5% e 7% no bolso dos consumidores. A estatal justifica, dizendo que a devisão é do Governo Federal e que, caso não repasse o aumento aos consumidores, passaria a receber US$ 55 por barril de petróleo contra os US$ 100 que recebe atualmente.