Em termos percentuais  terá o maior crescimento regional e o único em sua microrregião a não perder população. É o que mostra a Projeção da População para o período 2016-2030 do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social. Até lá será um dos 12 municípios do Estado com população entre 50 e 100 mil habitantes.

O estudo elaborado pelos pesquisadores Hudson Prestes dos Santos, Marisa Valle Magalhães e Paulo Roberto Delgado mostra que o município terá crescimento populacional de 21,60% e alcançará em 15 anos 59.779 habitantes – projeção de 2016 é 49.159 palmenses. O IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística deverá confirmar o estudo quando pulicar a estimativa populacional que serve de referência ao governo para repasses constitucionais, como o FPM – Fundo de Participação dos Municípios.

Pelo estudo, a  população de Palmas passaria a ser maior que a população de União da Vitória, por exemplo, que atualmente tem 56.484 e chegará em 2030, com 59.565. O estudo do Ipardes aponta, entretanto, que outros municípios paranaenses próximos de Palmas sofrerão diminuição de sua população. É o caso de Mangueirinha que da projeção atual de 16963 passará para 15016 habitantes, ou seja, 11,48% menos. Clevelândia perderá 14,02% passando 16.943 para 14.567 habitantes. Com menor percentual de perda (1.17%) Coronel Domingos Soares diminuirá de 7.533 para 7.445 habitantes. Outros limítrofes, Bituruna, por exemplo, diminuirá sua população de 16.293 para 15.557 e, General Carneiro de 13.797 para 12.635.

Conforme o Ipardes, a microrregião de Palmas pertence à Mesorregião do  Centro- Sul Paranaense.  Neste cenário, o município estaria apenas atrás de Guarapuava que chegará em 2030 com 186.453 habitantes. Levando-se em conta a inserção de Palmas na Amsop – Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná, ocuparia a terceira posição atrás de Francisco Beltrão com 101.872 e Pato Branco, com 91.658 habitantes. Se o modelo de análise for a localização geográfica, Palmas deve ser considerada no sul paranaense, o que o levaria a condição em 2030 terá a maior população desta região que envolve ainda Antônio Olinto, Bituruna, Cruz Machado, General Carneiro, Paula Freitas, Paulo Frontin, Porto Vitória, São Mateus do Sul, União da Vitória.