Por Evandro Artuzi com informações da AEN.

A Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) realizou na tarde da última quarta-feira (19), em parceria com a prefeitura de Barracão, Sudoeste do Estado, um encontro com mais de 100 pessoas para dar início ao processo de construção de 50 casas rurais. As moradias são resultado da parceria entre os programas Morar Bem Paraná Rural, do governo estadual, e Minha Casa Minha Vida Rural, do governo federal.

 

Em julho, foi assinado o convênio entre Cohapar e a prefeitura de Barracão, que prevê a construção das primeiras 20 unidades, com expectativa de firmar acordo para mais 30 casas nas próximas semanas. O objetivo do encontro de quarta-feira foi de realizar a coleta da documentação das famílias cadastradas no projeto.

 

O gerente regional da Cohapar de Francisco Beltrão, José Carlos da Silva, destacou a importância da atuação conjunta do poder público e o seu consequente benefício para os pequenos municípios. “O trabalho realizado nesta grande parceria entre governos federal, estadual e municipal é essencial para oferecer uma oportunidade de moradia digna às famílias, fazendo com que permaneçam no campo” afirmou.

 

Estiveram presentes durante o evento, também, o prefeito em exercício de Barracão Tito Vieira de Andrade Junior; o secretário municipal de agricultura, Carlos Zanatta; o presidente da Associação Comercial e Industrial da Fronteira (Ascoagrin), Carlos Porfírio; e o diretor da Emater de Barracão, Ari Trevisan.

 

Morar Bem Paraná Rural – O programa Morar Bem Paraná Rural atenderá, nos próximos quatro anos, 10 mil famílias com casas novas e outras 4 mil com reformas e ampliações. É uma parceria entre a Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Caixa Econômica Federal e Cooperativas de Agricultores.

 

Os recursos, provenientes do governo Federal, pelo Minha Casa Minha Vida Rural, podem chegar a R$ 25 mil por casa, dependendo da renda familiar do agricultor. O governo do Estado também pode entrar com subsídio para complementar a mão de obra. Cada família paga R$ 1 mil divididos em quatro prestações anuais de R$ 250, sendo o restante subsidiado pelos governos federal e estadual.