A primeira sessão extraordinária de 2019 da Câmara de Vereadores de Francisco Beltrão foi marcada pela presença em grande número dos professores, basicamente, filiados ao Sindicato dos Servidores da Educação Municipal de Francisco Beltrão. Em pauta, três projetos do Executivo. Porém, o mais polêmico e que gerou intensa participação dos professores foi o 001/2019, que institui o projeto “Escola 2030”, que visa a implantação de ensino em tempo integral de forma gradativa. Os vereadores Daniela Celuppi(PT) e Camilo Rafagnin(PT) votaram contrários ao regime de urgência, o turno único, e consequentemente ao inteiro teor do projeto, porém alegando que não são contrários ao tempo integral, mas sim, a velocidade que o projeto foi confeccionado e enviado ao Poder Legislativo, sem a condição de debater com a categoria os prós e contras da medida. Camilo sugeriu que o projeto deveria ser mais bem discutido, antes de ser apresentado em plenário. Já os vereadores Léo Garcia(PSC), Lurdes Pazzini(MDB), Elenir Maciel(PP), Dile Tonello(PMN), Ademir Walendolff(PRP), Evandro Wessler(PPS) e Rodrigo Inhoatto(PDT) foram favoráveis. A sessão foi comandada pelo presidente da Casa, José Carlos Kniphoff (PDT). Estiveram ausentes os vereadores Silmar Gallina(PSDB) e Franciele Schmitz(PSDB) e Aires Tomazoni(MDB).

Outras duas matérias foram aprovadas. O 002/2019 que altera os rendimentos de diversos cargos dentro do Plano de Cargos, Carreira e Valorização do Servidor Público Municipal, tendo em vista, a abertura, em breve, do centro de zoonoses, escola de educação ambiental, a intenção da ampliação do Poupa Tempo e o advento de um futuro novo parque, aumentando assim, as funções específicas de cada função. Por fim, o 003/2019 foi desafetado um terreno no bairro Água Branca, que será destinado para a construção do Hospital Municipal.