por Ivan Cezar Fochzato

 

O número de óbitos de crianças até um ano de idade vem apresentando significativa redução nos últimos anos em Palmas. Em 2010 oito crianças morreram no município, com três casos no último mês de dezembro. Os dados fazem parte do boletim de ocorrências de mortalidade infantil divulgado pela 7º regional de saúde com o número de óbitos do período de 2003 a 2010. Neste período apresentou 163mortes de crianças menores de um ano.

 

Conforme o secretário de saúde do município, Aldemar Osternachk Pedroso, em razão do trabalho que vem sendo feito no setor público de saúde de Palmas nas últimas administrações o tem colaborado para a diminuição de mortes de crianças menores de um ano. Conforme ele, ainda não foi apurado o índice de mortalidade infantil do ano de 2010.

 

Levando-se em conta que em Palmas a média anual de nascimentos fica na casa pouco mais de mil crianças e tendo sido registrados 8 óbitos em 2010, a perspectiva é para um índice de mortalidade infantil de um dígito, o mais baixo já registrado localmente.

 

Conforme o secretário de saúde do município, Aldemar Osternachk Pedroso, em razão do trabalho que vem sendo feito no setor público de saúde de Palmas nas últimas administrações, tem sido decisivo a diminuição de mortes de crianças menores de um ano. Conforme ele, ainda não foi apurado o índice de mortalidade infantil do ano de 2010.

 

Levando-se em conta que em Palmas a média de nascimentos anuais se aproxima de pouco mais de mil e tendo sido registrados 8 óbitos em 2010, deve ser registrado um índice de mortalidade infantil de um dígito. O resultado será significativamente inferior aos registrados há oito anos, por exemplo, quando em 2002 chegou a 35,62, caindo para 19,87 em 2005, e 16,41 em 2006.

Em 1989, Palmas registrou o índice de 40,6 óbitos por mil nascidos vivos, estando no mesmo patamar de países como África do Sul, Namíbia e Mongólia.Em 90, ficou38,5 em 1990; 33,86 1994; 32.5 em 1998.