Por Larissa Mazaloti

 

Uma assembleia de pais reuniu um bom número de pessoas nesta segunda-feira (26), na escola estadual Dr. Eduardo Virmond Suplicy em Francisco Beltrão. Na pauta, um apanhado geral da linha pedagógica e administrativa da escola estadual mais antiga da cidade. São 56 anos de história e atualmente, mais de 900 alunos e alunas diariamente nas aulas e projetos paralelos.

 

Cursos gratuitos e com certificação, de espanhol e italiano, são disponibilizados para a comunidade escolar e também para pessoas de fora. Existe no Suplicy todo um trabalho voltado à inclusão de surdos, inclusive com intérpretes para os alunos.

 

Na mesma reunião foi tratado sobre a construção do novo prédio da escola. Uma obra que deve iniciar ainda no primeiro semestre e ter conclusão em menos de um ano após um longo tempo de reivindicação e promessas, que agora, sairão do papel. O projeto arquitetônico é futurista. A escola será construída na vertical, com estacionamento subterrâneo, refeitório, cozinha e salas de aula nos primeiros pisos e o ginásio de esportes no último andar.

 

Durante as obras, as turmas que ficam na ala que será demolida para dar espaço à nova estrutura, precisarão ser remanejadas. De acordo com informações da direção, o centro comunitário Pedro Granzotto, localizado a uma quadra da escola pode ser uma opção.

 

A diretoria 2012-2015 da APMF (Associação de Pais, Mestres e Funcionários) da escola estadual Dr. Eduardo Virmond Suplicy tomou posse na noite de segunda. O presidente Amilton De Carli aproveitou a assembleia para anunciar o primeiro desafio: instalar ar condicionado em 13 salas de aula, na ala antiga que foi reformada. De Carli enfatiza que a escola pública deve ter tanta qualidade educacional e de estrutura quanto escolas particulares.

 

Para cumprir essa meta, os pais serão consultados sobre o pagamento de R$ 50 a vista ou dividido em duas parcelas, chegando ao valor de R$ 30 mil, conforme o menor orçamento para a compra dos aparelhos de ar condicionado. De Carli conta que a instalação terá a contribuição da prefeitura. 100% dos pais e mães que estavam na assembleia concordaram com o valor e a forma de pagamento e agora os demais serão consultados.