Melhorias no trânsito de Francisco Beltrão estão requerendo mais atenção dos motoristas em determinados pontos da cidade. Mudanças que estão valendo desde a semana passada ainda não foram assimiladas por condutores, segundo o diretor do Departamento Beltronense de Trânsito (Debatran), Rudimar Czerniaski.

Um dos principais pontos é a esquina da rua Romeu Lauro Werlang com a avenida Luiz Antonio Faedo, próximo a Lismotor. No local, o acostamento em uma das pistas foi transformado em uma terceira faixa, o que possibilita melhor tráfego em horários de grande movimento.

Rudimar explica que com o acréscimo, a faixa central é de uso exclusivo para conversões à esquerda; quem for reto ou à convergir à direita, deve utilizar a faixa mais à direita. “O local está devidamente sinalizado, mas alguns motoristas têm dificuldade de leitura dessa sinalização”, diz. O inconveniente vem sendo a utilização da faixa da esquerda por motoristas que seguem em linha reta, e que pode ocasionar colisões.  

O Debetran já estuda uma forma de tornar a sinalização mais visível, como a colocação de placas indicativas junto ao semáforo. A orientação é a mesma de cruzamentos como a da rua Antonina coma  avenida Luiz Antônio Faedo, na esquina do Posto Dinon, em que os veículos devem se posicionar de acordo coma  direção que seguirão. “Já constatamos que nos momentos de tráfego intenso, a terceira faixa, que é uma área de transição para as conversões à esquerda, está agilizando o fluxo e evitando os engarrafamentos”, afirma Rudimar.

Em um projeto a longo prazo, a ideia do Debetran é eliminar a terceira faixa e proibir a conversão à esquerda em várias esquinas em que tais manobras representam maior risco.

Rua da AABB volta a ser mão dupla

Outra novidade no trânsito de Beltrão é a mudança na rua Maringá, entre a Luiz Antonio Faedo e a Pernambuco, onde há uma rotatória próxima a AABB (Associação Atlética Banco do Brasil). O trecho voltou a ter mão dupla, uma alteração que visa melhorar o tráfego de ônibus que se deslocam entre as faculdades existentes na região. “Um ônibus que saía da Unioeste e ia para a Unipar não conseguia contornar a rotatória, agora pode vir reto e também acessar o Cesul pelos fundos, evitando trafegar pela avenida União da Vitória, para onde o trânsito era canalizado”, explica Czerniaski.