A Alcast do Brasil, que produz em Palmas, sul do Paraná, os produtos da marca Panelux, figura no ranking das 100 das PMEs( Pequenas e Médias Empresas) que mais crescem no Brasil. O Resultado foi apontado pela Auditoria e Consultoria Empresarial Deloitte, em parceria com a revista Exame, da Editora Abril e o apoio das instituições Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista, S&P Global – Market Intelligence e SAP. O anúncio das empresas listadas aconteceu no Hotel Unique, em São Paulo, na última quinta-feira(21).

A Alcast, também com unidade industrial em Francisco Beltrão, ocupa a  73ª posição do ranking com crescimento de 37% entre 2014 e 2016. Com avanço anual de 17,10% registrou receitas de R$ 97.8 milhões em 2014 passou para R$ 107,7 milhões no ano seguinte e fechou 2016 com faturamento de R$ 134,1 milhões.

A pesquisa, realizada há 12 anos, retrata como as empresas emergentes aliam temas de maior impacto sobre os negócios – tais como gestão, governança corporativa, capital humano, empreendedorismo, inovação e finanças – aos desafios impostos pelo cenário macroeconômico brasileiro.

As PMEs não deixaram de ampliar  seus investimentos em softwares, máquinas e equipamentos, indicando uma preocupação em manter e ganhar produtividade e eficiência. Além disso, intensificaram o lançamento de produtos e serviços no período. Outra constatação é de que compreender a importância da inovação e do investimento em tecnologia.

Outros pontos apurados referem-se ao envolvimento com práticas de governança da inovação, supervisão do conselho  e utilização de visão externa de disseminadores e influenciadores de mercado, visando orientar suas práticas de inovação com as tendências mais avançadas do mercado.

A quase totalidade das empresas utiliza relatórios de desempenho para medir a eficiência de seus processos,  ouve sugestões ou opiniões de clientes e funcionários, adotam  ações com o objetivo de otimizar os custos estabelecendo metas de redução de gastos, revisão ou recuperação de impostos, renegociações com fornecedores e terceirização de atividades.

O cenário macroeconômico também foi levado em conta, especialmente fatores relacionados ao poder de compra dos clientes e ao aumento dos preços dos fornecedores, foi apontado como de grande impacto no resultado das atividades produtivas.