O 1º Líquida Bom Sucesso do Sul realizado no último sábado (10) no Centro Social da Igreja Matriz espantou a crise e fez a alegria dos consumidores, comerciantes e diretoria da Associação Comercial Empresarial de Bom Sucesso do Sul (ACEBSS), promotora da iniciativa.

A primeira feira relâmpago realizada no município atraiu bom público que aproveitou os preços promocionais em vários segmentos. Além de lojas de confecção, também participaram materiais de construção, móveis, cooperativas de crédito, escritório contábil, panificadoras e distribuidora de bebidas. Todos saíram satisfeitos.

Comerciantes saíram satisfeitos e querem mais dias de promoção. Foto de divulgação
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Comerciantes saíram satisfeitos e querem mais dias de promoção. Foto de divulgação

O presidente da ACEBSS Fabio Dalponte explica que a feira surgiu dentro do planejamento estabelecido quando assumiu. “Quando aceitamos o desafio da presidência traçamos algumas metas embasadas nos alicerces da redução da inadimplência, aumento das vendas e oferta de conhecimento.

Para aumentar o faturamento pensamos em um dia de promoção, que não fosse nas lojas e sim em um local onde todos poderiam participar, assim como já tinha visto em outros municípios. E a ideia deu certo e pode ter certeza que teremos outras edições, talvez em dois dias”, ressaltou Dalponte. Com relação a inadimplência Dalponte comenta que uma ferramenta on line da Faciap está solucionando a questão, e com o lucro da feira será possível contratar profissionais para palestrar aos associados. Cada expositor pagou R$ 100,00 pelo espaço.

Relato

O comerciante Marcelo Picinim gostou da feira e quer participar das próximas.  “Por ser a primeira vez surpreendeu e sem dúvida foi gratificante. O valor acessível do local e a boa presença de público favoreceu muito. Acho que temos que ter outras edições como essa”, avalia Picinim.

Outro proprietário de loja Aguimar Antoniazi também saiu satisfeito da iniciativa. “Gostei muito e penso em participar das outras feiras que tiver, e acho que poderia ser em dois dias. A ideia foi boa, com preço baixo e vários segmentos. Quem não compra na hora vai na loja outro dia”, reforçou Antoniazi.

Para a comerciante Claise Dranka a venda ficou acima do esperado. “Não imagina que poderia vender tanto. O pessoal aproveitou mesmo os bons preços. A margem de lucro fica bem reduzida, mas oportuniza uma renovação de peças”, comentou.