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20 de maio de 2026
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Francisco Beltrão tem novo Chefe do Núcleo Regional de Educação

Azemir Muller assume o cargo após afastamento de Paulo Schawm e destaca experiência em colégios cívico-militares

Educação e Cultura

por Patrick Rodrigues

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O Núcleo Regional de Educação (NRE) de Francisco Beltrão tem um novo comandante. Azemir Muller foi oficialmente apresentado na manhã desta segunda-feira, assumindo a função que até então era exercida por Paulo Schwab, que pediu afastamento. Azemir chega ao Sudoeste trazendo experiência acumulada em diferentes funções da Secretaria Estadual de Educação do Paraná (Seed).

Natural de Guarapuava, Azemir atuou no Núcleo Regional de sua cidade, foi diretor de um colégio cívico-militar e, até a semana passada, ocupava o cargo de coordenador de chefes de núcleo, responsabilidade que abrangia 11 dos 32 núcleos do Estado. Segundo ele, a decisão de assumir o comando em Francisco Beltrão representa um desafio motivador.

“Minha visão é a melhor possível. Venho contribuir com o Núcleo Regional de Educação de Francisco Beltrão, que já apresenta excelentes índices educacionais. É uma regional muito boa e desafiadora, e estou aqui para conduzi-la com um processo de ensino e aprendizagem de qualidade”, afirmou.

A chegada de Azemir ocorre em meio a um período movimentado na área educacional da região. Em Marmeleiro, ocorre entre hoje e amanhã a consulta pública sobre a implantação do modelo cívico-militar. Em Francisco Beltrão, três colégios passam pelo processo de consulta do Programa Parceiro da Escola, também realizado nestas datas.

O novo chefe do núcleo reforçou que sua prioridade é garantir que as votações ocorram de forma transparente e democrática.

“A comunidade escolar precisa ser ouvida, e sua voz respeitada. Vamos conduzir todo o processo com responsabilidade e diálogo”, destacou.

Sobre o modelo cívico-militar, Azemir se declara favorável, apoiado pela experiência direta na gestão de uma unidade desse formato.

“Percebi mudanças significativas no ambiente escolar. Em todas as escolas que conheço, o impacto foi positivo”, afirmou.

Ele também demonstrou apoio ao modelo de parceria público-privada do Parceiro da Escola, ressaltando que a presença de um coordenador administrativo pode liberar o diretor-geral para atuar com mais foco no pedagógico, beneficiando estudantes e comunidade.

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