Forças de segurança reforçam cobrança por melhorias em sistema de monitoramento de Palmas
Integrantes das forças defendem renovação do monitoramento como preponderante para a solução de diferentes crimes.
RBJ TV e Especial PublicitárioSegurança
Membros das forças de segurança pública reforçam as cobranças por melhorias no sistema de monitoramento da cidade de Palmas, Sul do Paraná. O assunto foi tratado novamente pela Rádio Club, em entrevista com integrantes do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) nesta terça-feira (08).
Conforme o delegado da Polícia Civil, Kelvin Bressan, a renovação do sistema de monitoramento é preponderante para a solução de diferentes tipos de crimes que ocorrem na cidade. Ele cita exemplos de municípios da região, como Clevelândia, que possuem equipamentos muito mais avançados e eficientes.
O comandante da Polícia Militar, major Flávio Rizzi, reforçou a demanda, pontuando que Palmas precisa de um sistema de monitoramento adequado, para maximizar a atuação das forças de segurança.
A instalação do sistema público de câmeras foi realizada em 2021, em 22 pontos considerados de grande movimentação, como trevos de acesso, ruas da área central e saídas da cidade. Conforme o projeto, as câmeras instaladas nos acessos da cidade deveriam ter configuração para Leitura de Placa Veicular (LPR), como forma de identificar os automóveis que entram e saem do perímetro urbano.
Porém, segundo as forças policiais, a qualidade das imagens captadas não é boa, o que prejudica a atuação das corporações. Diante da deficiência do sistema público, são corriqueiras as situações em que a Polícia precisa ir de casa em casa, solicitar a cedência de imagens dos monitoramentos particulares, para o auxílio em investigações.
Delegada cobra mais ação do poder público de Palmas para melhorias em sistema de monitoramento
Em relação ao Corpo de Bombeiros, o principal problema enfrentado se refere aos serviços de comunicação. Subtenente Clóvis Maccari apontou que a corporação passa por dificuldades para o acionamento através do telefone 193, sendo necessários serviços alternativos para que a comunidade entre em contato em casos de emergência.