Mobilização na Praça Central - Foto: Edson Zuconelli.
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Mobilização na Praça Central – Foto: Edson Zuconelli.

Na manhã desta terça-feira (10), os profissionais da rede estadual de ensino de Chopinzinho, Sulina, Saudade do Iguaçu e São João estiveram reunidos na Praça Central do município de Chopinzinho, sudoeste do estado, ponto de partida para uma passeata que percorreu a Avenida XV de Novembro, principal avenida da cidade, e foi encerrada em frente ao Ginásio Municipal de Esportes Deonisto Debona.

Avenida XV de Novembro - Foto: Edson Zuconelli.
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Avenida XV de Novembro – Foto: Edson Zuconelli.

Nesta mobilização envolvendo os quatro municípios, contou com a participação de aproximadamente 150 professores da rede estadual. Na madrugada desta terça-feira (10), professores de Chopinzinho e também dos municípios visinhos foram à Curitiba para uma mobilização em frente a Assembléia Legislativa.

Na semana passada, a APP Sindicato tornou público uma Carta a Comunidade, onde destaca os principais pontos que culminou a greve:

• dívidas das escolas com fornecedores (muitas vezes da própria comunidade), devido ao não-repasse de verbas (fundo rotativo), o que está ocasionando falta de materiais básicos, como material escolar, de limpeza, etc.

• Diminuição drástica dos funcionários(as) (limpeza e conservação, zeladoria, inspetores, secretários, entre outros).

• Diminuição e fechamento de turmas, o que resultou num aumento de estudantes por sala de aula, chegando a mais de 50 alunos em alguns casos.

• Diminuição do número de professores(as) e não contratação de novos (concursados ou contratados).

• Fechamento de atividades complementares e de contra-turno.

• Ameaça de fechamento de programas como o Leite das Crianças e até do fornecimento de merenda, por falta de funcionários.

• Fim de programas de formação de professores(as) e fim do Plano de Carreira dos professores (que tinha sido aprovado em 2004, pela Assembleia Legislativa).

• Além disso, o governo está devendo direitos trabalhistas consagrados, como: pagamento de rescisões contratuais, 1/3 de férias, atrasando e até cortando salários.