A Escola Oficina Adeliria Meurer desenvolve um trabalho sócio educativo, em turno contrário ao ensino regular, atendendo crianças e adolescentes de 06 a 17 anos, é um equipamento da Secretaria da Assistência Social e faz parte do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos.

Atualmente atende em torno de 370 crianças e adolescentes, sendo o público prioritário, crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social ou pessoal, ou de famílias que participam dos programas sociais ofertados pela Secretária de Assistência Social.

Além do programa Jovem Aprendiz em parceria com a APMIF, a Escola divulgou a abertura da terceira etapa do  Programa Profissionalizando para o Futuro, que têm por objetivo a profissionalização e o encaminhamento ao mercado de trabalho.

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Claudineia Tonello, Diretora da Escola Oficina

Em entrevista a Rádio Onda Sul FM, a Diretora da Escola Oficina, Claudineia Tonello, explicou como irá acontecer essa terceira etapa do programa. “Nós estaremos dando início no dia 20 de agosto, a abertura oficial do Projeto Profissionalizando para o Futuro, ele é um projeto que disponibiliza cinco cursos profissionalizantes, totalmente gratuitos para adolescentes de 15 a 17 anos. Assistente Administrativo, Assistente de Recursos Humanos, Almoxarife, Promotor de Vendas e Recepcionista. É importante destacar que neste ano de 2019 não abriremos vagas para esse projeto, tendo em vista que a nossa demanda está bem grande desde o início do ano, nós recebemos muitas inscrições de adolescentes principalmente em busca do primeiro emprego. Nós tínhamos uma demanda reprimida que estavam aguardando vagas para ingressar nesse projeto, então por isso não vamos abrir inscrições e sim já iremos encaixar esses adolescentes que estavam na lista de espera”.

Segundo Claudineia, nesta etapa do programa serão atendidos 120 adolescentes. “Esses adolescentes estarão se profissionalizando e dando início a esses cursos, com duração em média de 10 meses. Os alunos que tem inscrição na Escola Oficina, são adolescentes de famílias cadastradas no Cadastro Único do Governo Federal, famílias de baixa renda do município e que também pertencem a alguns serviços que são ofertados na rede sócio assistencial da Secretaria de Assistência Social”.

Confira a entrevista na íntegra: