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Foto: Miranda/RBJ

“A Copel informa que o projeto para instalação de um parque de teste de turbinas eólicas, a ser realizado em parceria com a WEG, está sendo reavaliado”. Esta foi a única informação obtida, até o momento, pela redação do RBJ junto a Assessoria da Companhia Paranaense de Energia Elétrica(COPEL) sobre o planejado investimento nos Campos de Palmas, desde 2014.

Naquele ano, a Copel se aliou à fabricante de motores Weg Equipamentos Elétricos, de Santa Catarina, para construir os experimentos em Palmas, no Sul do Paraná, onde a empresa paranaense mantém cinco aero geradores, num projeto pioneiro na produção de energia eólica no país.

Para os investimentos foi aprovada, no final de julho de 2014, sem restrições pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a joint venture entre as duas companhias. Na associação para o negócio específico, a empresa energética do Paraná colocou-se na condição de sócia minoritária, com uma fatia de apenas 13%.

A Usina Eólica Palmas II estava projetada para gerar, com dois equipamentos, 4,2 megawatts (MW), portanto, maior que existente de 2,5 Megawatts, com cinco torres. Além da energia, o investimento serviria para experimentos e aferições de equipamentos desenvolvidos pela WEG. Após passar pelo processo de Licenciamento Ambiental a previsão do início das obras era 2015.

A energia deveria seria adquirida pela própria WEG, cuja sede está localizada na cidade de Jaraguá do Sul (SC). A empresa tinha escolhido Palmas optou para implantação do projeto, pela facilidade de locomoção entre as cidades, comparada à distância com outras regiões com potencial eólico, como o Rio Grande do Sul e Nordeste brasileiro.

Apesar de informar que o projeto está sendo reavaliado, nenhuma outra informação sobre a possibilidade de execução foi repassada pela assessoria da Copel.