O município de Palmas, Sul do Paraná, fechou o 1º bimestre de 2017 com alta de quase 23% nas exportações comparado ao ano passado, com US$ 24,3 milhões movimentados através da venda de, principalmente, madeira compensada, insumos para a indústria farmacêutica e carne suína ao exterior. Em 2016, o montante foi de US$ 19,7 milhões. Os números foram levantados pelo RBJ junto ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Exportando quase 7 mil toneladas a mais que no último ano, a indústria madeireira aumentou em 20% suas exportações, chegando a US$ 18,9 milhões, representando 78% de toda a movimentação financeira das exportações palmenses. No 1º bimestre de 2016, o setor exportou o equivalente a US$ 15,7 milhões, exportando cerca de 33,2 mil toneladas.

Na indústria farmacêutica, o crescimento foi de 34%, passando de US$ 2,5 milhões no ano passado para US$ 3,4 milhões no último bimestre. O setor atua em Palmas na produção da Heparina, conhecido no meio médico por suas propriedades anticoagulantes, a partir da mucosa intestinal de suínos. Outro setor com crescimento expressivo foi o frigorífico, com aumento de 79% nas vendas para o mercado internacional, totalizando US$ 1,5 milhão.

Nas importações, Palmas fechou o bimestre com aumento de 67%, totalizando US$ 338 mil em compras, sobretudo, de equipamentos para o setor industrial. No saldo da Balança Comercial – subtração de importações do total de exportações – Palmas alcança US$ 23,9 milhões, caindo uma posição com relação ao mês de janeiro no ranking estadual, ocupando atualmente a 13ª posição entre as balanças comerciais do Paraná, e na posição 131 no Brasil.

No primeiro bimestre, a produção palmense chegou a mais de 30 países, estando os Estados Unidos, Reino Unido, Espanha, Bélgica e Hong Kong entre os maiores compradores.