O INSS pago por patrões de empregados domésticos não pode mais ser descontado do IR (Imposto de Renda). A lei sancionada em 2006, pretendia estimular que os empregadores registrassem os trabalhadores com carteira assinada. Ela estabelecia abater os gastos de até R$ 1,2 mil até 2019 e não foi prorrogada.

Com o fim do beneficio, o governo deixa de arrecadar mais de R$ 600 milhões de reais. Apesar da intenção de rever esses benefícios, o governo ainda não enviou proposta formal de reforma no IRPF.

Projetos de lei do Senado pretendem recriar o benefício.