Com ampla participação regional foi realizada ontem (07), em Pato Branco, a primeira Audiência Pública para tratar do processo de concessão do Corredor Sudoeste. Hoje, às 09h00 teve início o ato na sede da Associação dos Municípios(AMSOP) em Francisco Beltrão.ESTUDO CORREDOR SUDOESTE

Coordenado pelo chefe da Casa Civil do Paraná, Valdir Rossoni, o ato público na Câmara de Vereadores contou com a presença de lideranças políticas, sociais, empresariais de praticamente todos os municípios desta região. Estiveram presentes ainda os deputados Ademair Traiano, presidente da Assembleia Legislativa do Paraná; o secretário de Infraestrutura e Logística José Richa Filho; deputados estaduais Guto Silva, Nereu Moura, Wilmar Reichembach, Nelson Luersen, prefeitos e vereadores.

As entidades representativas como Fiep (Federação das Indústrias do Paraná), Amsop (Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná) e Acepb (Associação Empresarial de Pato Branco); Movimento Palmas Desenvolvida e Associação Comercial e Empresarial de Palmas(ACIPA) também enviaram seus representantes para o debate regional.

Após a apresentação dos dados onde constaram questões vinculadas a investimentos, obras e custo e valor máximo estipulado para o pedágio nas seis praças previstas, foi iniciado o debate e esclarecidas dúvidas pela equipe de técnicos.Uma das maiores preocupações é com relação ao valor da tarifa a ser praticada nas praças ao longo dos 285 quilômetros entre Realeza e Palmas (BR 153). O valor limite apresentado foi de R$ 6,10, preço que deverá cair com o processo de concorrência, conforme explicou o chefe da Casa Civil do Paraná.

O estudo mostra que o investimento na modernização da PR-280 é de R$ 3,3 bilhões e deve ampliar em 40% a capacidade de tráfego da rodovia, que hoje tem fluxo médio de 7 mil veículos, sendo 20% caminhões. Entre as obras previstas estão 109 quilômetros de terceiras-faixas e intercessões em acessos a várias cidades ao longo da rodovia.

Dentre os benefícios apontados pelo governo com o modelo de concessão estão mais empregos diretos e indiretos durantes as obras e com a operação das rodovias e  por atrair mais empresas que usufruem da malha rodoviária de melhor qualidade; aumento da competitividade e ganhos de eficiência da região; economia aos cofres públicos do Estado.

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