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Grupo RBJ de Comunicação
Grupo RBJ de Comunicação,
23 de janeiro de 2021
Rádios

Criminosos usam imagem de delegado de Palmas para aplicar golpes

Golpistas usam imagem do delegado em perfil do WhatsApp para tentar extorquir vítimas

Segurança

por Guilherme Zimermann

Delegado de Polícia de Palmas,Felipe Silva de Souza
Delegado Felipe Silva de Souza alerta para uso de sua imagem por golpistas
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O Delegado da Polícia Civil de Palmas, Felipe Silva de Souza, teve uma fotografia sua utilizada por golpistas, que tentam extorquir pessoas fazendo-se passar pelo delegado.

Conforme boletim de ocorrência registrado por um homem de Pato Branco, uma “mulher” teria entrado em contato via WhatsApp e após alguns momentos de conversa passou a mandar fotos sem roupa.

[Grupo RBJ de Comunicação] Criminosos usam imagem de delegado de Palmas para aplicar golpes — Delegado Felipe Silva de Souza alerta para uso de sua imagem por golpistas
Delegado Felipe Silva de Souza alerta para uso de sua imagem por golpistas

A vítima teria pego uma foto da Internet e encaminhado para a suposta mulher, bloqueando-a pouco depois e não mantendo mais contato. Porém, na manhã desta quinta-feira (07), um homem, se fazendo passar por um delegado de Santa Catarina, mas com a foto do delegado de Palmas em seu perfil no WhatsApp, entrou em contato com a vítima, dizendo que a suposta mulher com havia ele havia conversado era uma adolescente.

O golpista dizia que a “mãe” da menor tinha registrado um boletim de ocorrência e que havia um mandado de prisão contra o pato-branquense, pedindo dinheiro para não cumprir o suposto mandado, o que não foi atendido pela vítima, que logo procurou a polícia para registrar o fato.

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Golpes do gênero têm se tornado comuns na região. Um morador de Concórdia, no Meio-Oeste de Santa Catarina, perdeu recentemente quase R$ 50 mil, após cair no chamado “golpe do nudes”. A vítima teria se envolvido em um suposto relacionamento virtual. No entanto, não se tratava de uma mulher que mandou fotos íntimas pelos aplicativos de conversa, mas de um golpista que chantageou o homem que fez depósitos em dinheiro para não ter suas imagens pessoais divulgadas na internet.

Usando o mesmo modo de abordagem que no caso de Pato Branco, o golpista se passando por um delegado, manteve contato com a vítima solicitando dinheiro para não registrar um boletim de ocorrência. O farsante disse que foi procurado pela família da menina, menor de idade, e que para resolver a situação sem envolver a polícia, queria um acerto em dinheiro. Com medo, a vítima acabou depositado a quantia em dinheiro na conta do golpista.

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