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09 de outubro de 2026
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Contribuições ao INSS sem planejamento podem comprometer aposentadoria, alertam especialistas

No Direito em Pauta, advogados explicam erros comuns que podem causar atrasos, indeferimentos e perdas financeiras

Justiça

por Deise Bach

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Foto: Ana Andrade/RBJ
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Escolher a forma de contribuição ao INSS sem conhecer as regras previdenciárias pode trazer consequências no momento de solicitar a aposentadoria. O alerta foi feito pelos advogados previdenciaristas, Eloísa Borghelott e Denizangelo Brum, durante participação no programa Direito em Pauta.

Entre os principais problemas está a escolha da alíquota de contribuição. Os especialistas explicaram as diferenças entre os planos de 20%, 11% e 5% e destacaram que as modalidades simplificadas possuem regras específicas e podem limitar o acesso a determinados benefícios, exigindo complementações em algumas situações.

Outro alerta envolve o pagamento de contribuições em atraso. Segundo os advogados, gerar guias e quitar períodos passados sem verificar previamente se o recolhimento será reconhecido pelo INSS pode representar um gasto desnecessário. A validade dessas contribuições depende da situação do segurado e da comprovação da atividade exercida no período.

A entrevista também abordou situações que podem levar ao indeferimento de benefícios, como problemas cadastrais, contribuições incompatíveis com a condição do segurado e falta de comprovação de períodos trabalhados. Em alguns casos, os erros podem ser corrigidos por meio de complementação, retificação ou regularização das contribuições.

Para quem já recebe um benefício e identifica possíveis problemas no cálculo ou na concessão, os especialistas explicaram que existem mecanismos de revisão, conforme as circunstâncias de cada caso.

A orientação apresentada no programa é que o trabalhador acompanhe seu histórico previdenciário e busque planejamento antes de solicitar a aposentadoria. A análise antecipada das contribuições pode ajudar a identificar inconsistências e evitar decisões que resultem em prejuízos financeiros.

Confira a entrevista completa com os advogados Eloísa Borghelott e Denizangelo Brum no vídeo abaixo.

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