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05 de setembro de 2026
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Comunidade segue enfrentando quedas de energia às margens da PRC-280 em Palmas

Problema atinge desde o Trevo Tia Joana até as proximidades do Trevo da Codapar.

Geral

por Guilherme Zimermann

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Foto: Peter Klopp/Pixabay
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Moradores das comunidades localizadas às margens da PRC-280, desde o Trevo Tia Joana até as proximidades do Trevo da Codapar, em Palmas, Sul do Paraná, continuam enfrentando constantes quedas de energia elétrica e demora no restabelecimento do serviço prestado pela Copel.

Em maio deste ano, um grupo chegou a realizar uma manifestação em frente ao escritório local da Companhia, cobrando providências. No entanto, segundo a advogada Ana Paula Schnaider, que reside na região e representa famílias em ações judiciais, a situação permanece inalterada.

Há ações que tramitam na Justiça desde 2018, na tentativa de moradores da região obterem o ressarcimento por eletrodomésticos e equipamentos danificados pelas oscilações da energia.

No ano passado, moradores da Estrada Funai e do bairro Tia Joana protocolaram um abaixo-assinado no Ministério Público, pedindo ajuda para a solução das constantes quedas de energia. Na época, a 2ª Promotoria de Justiça informou que havia aberto um procedimento administrativo, encaminhando ofícios à prefeitura e à Copel, solicitando esclarecimentos sobre adequação dos serviços de fornecimento de energia elétrica, diante das reclamações apontadas pelos moradores.

Moradores do interior de Palmas fazem abaixo-assinado para cobrar melhorias nos serviços da Copel

A situação, no entanto, segue a mesma. De acordo com a advogada, além da instabilidade na rede, que provoca transtornos diários, os moradores enfrentam prejuízos materiais com equipamentos queimados.

Além do ressarcimento pelos danos em equipamentos, a comunidade cobra investimentos da Copel na melhoria da rede, já que, na avaliação dos moradores, a estrutura não atende a demanda.

Após a mobilização dos moradores no mês de maio, o Ministério Público de Palmas recebeu um novo abaixo-assinado, acompanhado de documentos e relatos, solicitando a abertura de uma ação civil pública contra a Copel. Porém, a informação que partiu da Promotoria é que a Copel não respondeu a nenhum dos ofícios enviados pelo Ministério Público.

 

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