Catedrais da Diocese de Palmas-Francisco Beltrão realizam celebrações de encerramento do Ano Jubilar
Disse Dom Edgar Ertl: “Somos convidados a percebermos os frutos que foram colhidos".
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por Luiz Carlos
Na Diocese de Palmas-Francisco Beltrão, foi encerrado o Ano Santo – Ano Jubilar, com celebrações da Catedral do Senhor Bom Jesus, em Palmas – presidida por Dom Edgar Xavier Ertl, concelebrada pelo Pároco, Pe. Emerson Detoni, Pe. Rudinei Willers e o diácono Guilherme Cremasco; na Concatedral Nossa Senhora da Glória, em Francisco Beltrão, a celebração foi presidida pelo Pároco, Pe. Thiago Berra e grande participação de fiéis. As celebrações ocorreram às 19h, de domingo 28 de dezembro.
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Além das catedrais, a Diocese teve como igrejas jubilares os santuários: Nossa Senhora de Fátima (Palmas), Nossa Senhora da Salette (Renascença), Nossa Senhora Aparecida (Santa Izabel do Oeste) e Nossa Senhora da Saúde (Cruzeiro do Iguaçu).
Em seu artigo semanal à imprensa, Dom Edgar Xavier Ertl, bispo da Diocese de Palmas-Francisco Beltrão, destacou a conclusão do Ano Jubilar: “Ao concluirmos o Ano Santo do Senhor, o Ano Jubilar, no final do mês de dezembro de 2025, do grande mistério da encarnação do Verbo de Deus – Jesus Cristo, o Emanuel, somos convidados a percebermos os frutos que foram colhidos na fé, nos compromissos batismais e eclesiais, nossos frutos no campo da reconciliação, do amor e da esperança. Podemos perguntar-nos: Quais foram as novas atitudes que tomamos ao confrontar-nos com Jesus Cristo e seu projeto de reino, o projeto de salvação? Comecemos nossa reflexão com um dos temas centrais do Ano Jubilar que é a conversão. Conversão se dá com o arrependimento. Ouvindo uma parábola de Jesus, como uma das oportunidades, senão a única, à mudança de vida e mentalidade, porque todos necessitam de arrependimento.”
Acrescentou o bispo diocesano dizendo que o Jubileu é tempo de conversão, de arrependimento e de vigilância. A cada dia o Evangelho de Jesus Cristo, a razão do Ano Santo, nos admoesta sobre alguma realidade que necessitamos mudar e precisamos arrepender-nos. Somos exortados à conversão de verdade, porque na conversão está a nossa salvação. É que Jesus nos interpela nesta parábola da figueira infrutífera. Importante é saber que Deus tem paciência e nos dá sempre novas oportunidades, uma última tentativa: “Senhor, deixa a figueira ainda este ano. Vou cavar em volta dela e colocar adubo. Pode ser que venha a dar fruto. Caso contrário, corta-a”.
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Conclui dom Edgar: “Então, cada Tempo Jubilar é um tempo de conversão. É um tempo único e extraordinário! Um tempo que nunca deveríamos extraviá-lo as oportunidades que nos são oferecidas pela Igreja. Um tempo em que Deus nos oportuniza as mudanças necessárias para sermos autênticos discípulos missionários, produzindo frutos abundantes de fraternidade, justiça, de comunhão, de amor, de oblatividade e caridade e neste ano fomos convidados a produzir frutos e obras a partir da virtude da esperança. Aos nossos fiéis leitores, desejo-lhes um feliz e abençoado Ano de 2026!”
FOTO: Foto Marchi (Palmas)