Há três anos, Luciana Alonso Kaiser era eleita à primeira mulher a comandar o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Chopinzinho. Passado esse tempo, os agricultores associados decidiram neste mês, no dia 12, durante a Assembleia Geral, reelegê-la para mais um mandato, exercício 2016 – 2019. Na oportunidade foi eleito o Novo Conselho Diretor e Conselho Fiscal.

“Agradecemos todos os agricultores associados que participaram das reuniões nas comunidades e também em nossa Assembleia. Mais uma vez depositaram seu voto de confiança em nosso trabalho”. Destaca Luciana.

Desde fevereiro em parceria com a Cresol, reuniões foram promovidas em comunidades do interior. A assembleia aconteceu no Anfiteatro Davi Rogos Schmidt, após a eleição, Amadeu Bonato palestrou sobre Previdência Rural. “Com o passar dos anos teve um distanciamento das nossas entidades da agricultura familiar. No final do ano passado, buscamos a aproximação novamente e começamos 2016 acertando na realização das reuniões nas comunidades e pré-assembleias com a Cresol. Tivemos uma boa participação, entregamos os convites nas casas, onde as visitas foram divididas entre Sindicato e Cresol. Um ponto positivo também de fazermos juntos é ter a oportunidade de apresentar nosso trabalho, nossas Bandeiras de lutas ao associado e também para não associados”.

Para a nova mesa diretora, a expectativa dos trabalhos no decorrer do segundo mandato é grande, “vamos fortalecer o diálogo entre as organizações da agricultura familiar. A partir de maio, após passar alguns compromissos que temos, vamos retomar as visitas nos agricultores. Manter o diálogo mais ativo entre Sindicato e associados. Dar continuidade a essa parceria com a Cresol na realização das reuniões. Além de continuar com todo nosso trabalho que temos hoje. A luta para os próximos anos será grande. Mas se nos abraçamos e nos unir cada vez mais, com a colaboração de cada um, a luta acontece”.

A partir deste ano, com nova postura a entidade pretende fazer um trabalho diferenciado com seu quadro de associados. “A nossa direção foi eleita com 40% de mulheres. Vamos trabalhar mais com as mulheres, trazendo elas para base e que ocupe cada vez mais seus espaços. O Sindicato não é meu, não é dos diretores que vão assumir agora, não é de nenhuma sigla política. O Sindicato é de todos nós agricultores familiares, a classe que defendemos”.