Encerrada a safra de amoras pretas, o que rendeu aos produtores  aproximadamente 20 toneladas, agora entram no ciclo de colheita outras cultivares características de Palmas, sul do Paraná, e seu clima temperado. Agora é tempo de colher maçã, morangos  e mirtilo.

Além da produção convencional,  há produtores vinculados a Apropal que produzem morangos orgânicos. Na Chácara do Encanto a atividade é hidropônica, onde são cultivados 16 mil pés que rendem, em média 600 quilos por semana. A produção de morangos, idealizada há pouco mais de dois anos pela família Fabris, é comercializada em supermercados e feiras de Palmas e região. O excedente é transformado em geléia, licor ou congelado para reaproveitamento na entressafra.

Para 2018, produtor planeja aumentar para 40 mil pés e produzir aproximadamente 40 toneladas ao ano. As primeiras muda foram importadas do Sul do Chile, na região da Patagônia. A planta gosta de clima frio e por isso, não teve dificuldades de adaptação em Palmas.

A Chácara do Encanto, que fica há dois quilômetros da área urbana de Palmas, mantém-se aberta para visitação e compra da produção, todos os dias.  Conheça

MIRTILO

Produzido na  Fazenda Capão Seco de  propriedade de Maria de Lurdes Loureiro Giotto, há 18 quilômetros da cidade, às margens da PRT 449 entre Palmas e Mangueirinha.Toda a produção é orgânica e certificada pelo TECPAR(Instituto de Tecnologia do Paraná).

O Mirtilo, que é pouco produzido no Brasil, por conta de necessidades climáticas especiais, encontra em Palmas  um clima favorável por ser uma região bastante fria. Toda a produção vai para grandes centros consumidores do pais. A colheita está iniciando e segue durante o mês de janeiro.

Já está sendo iniciada também a colheita da Maçã. Palmas é maior produtor do Estado, que responde por mais de 30% da produção paranaense. A produção é considerada excelente e o potencial de colheita no município está estimado em 13 mil toneladas, praticamente o mesmo volume da safra passada. A fase inicial é com a variedade EVA e outras precoces, que devem render duas mil toneladas. A partir de 20 de janeiro começam a ser colhidas as variedades Gala e logo na sequência  a Fuji e seus clones. O ciclo de colheita vai até maio, com a geração de 1.200 postos de trabalho.