A aprovação de registros de novos agroquímicos por parte do Ministério da Agricultura tem fomentado debates sobre as formas e a quantidade de substâncias utilizadas na produção agrícola do país.

De acordo com o Ministério, boa parte dos materiais aprovados são “genéricos” de substâncias e produtos já disponíveis no mercado, posição defendida também pelo diretor-técnico da Associação Brasileira dos Produtores de Maçã (ABPM), Ivanir Dalanhol.

Ao participar da programação da Rádio Club de Palmas na última semana, pontuou que a liberação de novos produtos só ocorre após análises de órgãos governamentais, como Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e o próprio Ministério da Agricultura.

Citando exemplo da pomicultura palmense, explicou que há um controle rigoroso por parte da Adapar (Agência de Defesa Agropecuária do Paraná) sobre o uso de agroquímicos, através de coletas e análises de resíduos nas maçãs colhidas, ressaltando que os materiais coletados nos pomares do município estão abaixo dos limites determinados pela legislação.

Ouça a entrevista no player abaixo: