Com um faturamento nacional de R$ 4,3 bilhões no ano passado, cerca de 11% a mais que em 2015, os produtores de maçã de Palmas, Sul do Paraná, iniciam a safra 2016/2017 otimistas. Desde a primeira semana de janeiro já foram colhidas cerca de 300 toneladas da variedade precoce Eva, que deve chegar às duas mil toneladas.

Para a Gala e Fuji, os produtores esperam mais 6 mil toneladas de cada, totalizando 14 mil toneladas até o encerramento da colheita em maio. Os pomares palmenses alcançaram uma área de 400 hectares nesta safra. Até o final da colheita, aproximadamente 1 mil trabalhadores estarão atuando nos pomares, transporte e classificação das frutas.

Conforme estatísticas nacionais, as variedades Gala e Fuji correspondem à 95% da produção brasileira de maçã, que concentra-se em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná. Somente com exportações da fruta in natura ou seu suco, movimentou mais de US$ 28 milhões.

Além disso, outro fator que contribuiu para o aumento nas cifras do setor,  foi a liberação do uso de suco de maçã na produção de sucos e até refrigerantes. Considerado neutro e adocicado, o suco de maçã é utilizado em determinadas bebidas, reduzindo a adição de açúcar.