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Grupo RBJ de Comunicação
Grupo RBJ de Comunicação,
24 de junho de 2021
Rádios

A missão do catequista se torna Ministério da Igreja

Não é um título que se dá, mas uma missão que se reconhece, diz dom José Antonio Peruzzo.

Religião

por Luiz Carlos

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A Sala de Imprensa do Vaticano anunciou que na terça-feira, 11 de maio, será apresentado à mídia o Motu proprio “Antiquum ministerium”, documento, do Papa Francisco, que estabelecerá formalmente o ministério de catequista, desenvolvendo a dimensão evangelizadora dos leigos desejada pelo Concílio Vaticano II. Um papel ao qual, disse o Papa Francisco que cabe a responsabilidade do “primeiro anúncio”.

Diante da iminência do documento, o portal da CNBB conversou com o arcebispo de Curitiba (PR) e presidente da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética da entidade, dom José Antônio Peruzzo, sobre a importância da ação do Papa e o seu significado.

Diz dom Peruzzo que são várias centenas de milhares de catequistas no Brasil. Reconhecer o serviço catequético como um ministério é algo que procede já daquela mais genuína teologia e eclesiologia do Vaticano II. O Papa Francisco é enfático nos seus pronunciamentos explícitos ou de maneira nem sempre explícita, mas ele é sempre muito afeiçoado ao que o Concílio Vaticano deixa a entrever.

Ressalta do José Peruzzo que servir em nome da igreja à comunidade, à educação da fé, e fazê-lo por causa do batismo que recebeu e a verdade que professa; assumir isso e a Igreja reconhecer como missão, não como um atributo, mas como algo próprio da identidade do batizado. Assumir isso como ministério responsabiliza a própria hierarquia. Não é um título que se dá, mas uma missão que se reconhece. É dom de Deus. 

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