Em Chopinzinho mais de mil crianças devem ser vacinadas contra pólio e sarampo

por Edson Zuconelli em 6 de agosto de 2018 11:34
por Edson Zuconelli em 6 de agosto de 2018 11:34

A campanha de vacinação contra a poliomielite e sarampo teve início nesta segunda-feira (06) e segue até o dia 31 de agosto. Crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 devem ser levadas aos postos de saúde para receber a vacina.

Em Chopinzinho, sudoeste do Paraná, são cerca de 1059 crianças que devem ser imunizadas.   As unidades de saúde da cidade e interior estão disponibilizando a vacina das 9 as 11h30 e das 13 as 16h30, de segunda a sexta-feira. Durante o período de campanha serão atualizadas as carteiras de vacinação das pessoas com até 49 anos. Para a vacinação é importante que levem a carteira de vacinação e o cartão SUS.

No próximo dia 18 de agosto acontece o Dia D de mobilização onde os profissionais das três unidades de saúde da cidade, Unidade Central, Frei Vito e Nossa Senhora Aparecida, estarão atendendo a população no período da manhã e da tarde até as 16h30.

Sarampo

A doença infecciosa aguda, de natureza viral, grave, é transmitida pela fala, tosse e o espirro, e extremamente contagiosa, mas pode ser prevenida pela vacina. Pode ser contraída por pessoas de qualquer idade. As complicações infecciosas contribuem para a gravidade do quadro, particularmente em crianças desnutridas e menores de 1 ano. Em algumas partes do mundo, a doença é uma das principais causas de morbimortalidade entre crianças menores de 5 anos.

Em 2016, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) o certificado de eliminação da circulação do vírus. Atualmente, entretanto, o país enfrenta surtos de sarampo em Roraima e no Amazonas, além de casos já identificados em São Paulo, no Rio Grande do Sul, em Rondônia e no Rio de Janeiro.

Pólio

Causada por um vírus que vive no intestino, o poliovírus, a poliomielite geralmente atinge crianças com menos de 4 anos de idade, mas também pode contaminar adultos. A maior parte das infecções apresenta poucos sintomas, e há semelhanças com infecções respiratórias – como febre e dor de garganta – e gastrointestinais – como náusea, vômito e prisão de ventre.

Cerca de 1% dos infectados pelo vírus desenvolve a forma paralítica da doença, que pode causar sequelas permanentes, insuficiência respiratória e, em alguns casos, levar à morte.

 

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