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Polícia investiga clonagem de chips de celulares no Oeste de Santa Catarina

por Guilherme Zimermann em 21 de junho de 2018 9:46
por Guilherme Zimermann em 21 de junho de 2018 9:46
Esta matéria utiliza fontes de: Polícia Civil-SC

A Divisão de Repressão a Crimes na Internet (DRCI/DEIC) da Polícia Civil de Santa Catarina está investigando a clonagem de pelo menos três chips de celular na região Oeste do Estado. Uma das vítimas da ação foi um um prefeito da região. De acordo com o delegado Luiz Felipe Rosado, para que a clonagem ocorra é preciso que exista a participação de um funcionário da operadora.

Explica o delegado que quando o chip é clonado “o celular sai do ar, como se houvesse uma pane. O criminoso então passa a usar o Whatsapp como se fosse o proprietário porque todos os dados são recuperados, inclusive a foto de quem usava permanece a mesma”. A partir daí o criminoso começa a monitorar os grupos, as conversas, para ver qual contato é o mais acessível para pedir dinheiro.

Na tarde desta quarta-feira (20), em uma prefeitura do Oeste, o prefeito teve o celular clonado. O criminoso enviou uma mensagem para uma das secretarias pedindo a transferência no valor de R$200 mil de uma conta da prefeitura. Sem saber que estava sendo vítima de um golpe a transferência foi realizada. O dinheiro cai em uma conta que rapidamente se pulveriza em várias outras contas dificultando o rastreamento e recuperação do dinheiro.

Para ter mais segurança em seu celular, a Polícia Civil orienta os usuários para que façam a verificação do whatsapp em duas etapas:

No Android, vá em configurações – conta – ajustes em duas etapas

No IOS ajuste, conta e verificação em duas etapas.

Caso o seu celular tenha o chip clonado faça contato com a sua operadora e peça um novo chip e reativação do seu número, porque assim você vai derrubar o sinal que o clonador está utilizando. A Polícia Civil já está investigando a atuação dos criminosos em Santa Catarina.

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