Traiano é eleito para terceiro mandato na presidência Alep

por Evandro Artuzzi em 1 de Fevereiro de 2019 17:01
por Evandro Artuzzi em 1 de Fevereiro de 2019 17:01
Esta matéria utiliza fontes de: Da redação com Bem Paraná

Por 48 votos favoráveis, cinco abstenções e apenas um voto contrário, o deputado estadual Ademar Traiano (PSDB) foi eleito hoje presidente da Assembleia Legislativa pela terceira vez consecutiva. A votação ocorreu logo após a posse dos novos deputados eleitos em 2018. O tucano não teve adversários, já que nenhuma outra chapa foi inscrita para concorrer.

O único voto contrário veio do deputado Boca Aberta Júnior (PSL), um dos vinte estreantes nessa legislatura. Das cinco abstenções, quatro vieram da bancada do PT: Arilson Chiorato, Professor Lemos, Luciana Rafagnin e Tadeu Veneri. O quinto a se abster foi outro novato: o deputado Luiz Fernando Guerra (PSL).

A falta de concorrentes é explicada pelo regimento da Assembleia. Ao contrário do que acontece na Câmara Federal, por exemplo, no Legislativo estadual paranaense, não são permitidos candidatos avulsos aos cargos da Mesa Executiva da Casa. Para concorrer, é preciso montar uma chapa completa, com nove parlamentares.

Após a eleição do ano passado, inicialmente, havia a expectativa de que o deputado Fernando Francischini (PSL), que foi eleito com mais de 400 mil votos – a maior votação da história da Assembleia – na esteira da onda que impulsionou a vitória de Jair Bolsonaro na disputa pela Presidência da República – pudesse entrar na briga pelo comando da Casa. Até porque a votação de Francischini levou o PSL de Bolsonaro a eleger a maior bancada da Assembleia, com oito parlamentares.

Traiano, porém, isolou Francischini, atraindo o apoio da base do governador Ratinho Júnior (PSD), que apesar de oficialmente não ter interferido na disputa, liberou seus aliados a apoiarem o tucano.

Além de Traiano, foram eleitos também os deputados Luiz Cláudio Romanelli (PSB), como 1º secretário; Plauto Miró Guimarães (DEM), como 1º vice-presidente; Tercílio Turini (PPS), como 2º vice-presidente; Gilson de Souza (PSC), como 2º secretário; Michel MIcheletto (PR), como 3º secretário; Gilberto Ribeiro (PP), como 4º secretário; e Nelson Luersen (PDT), como 5º secretário.

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