Suspeito de executar procurador muda versão dos fatos segundo advogado

por Redação RBJ em 17 de julho de 2015 18:18
por Redação RBJ em 17 de julho de 2015 18:18

Na última quarta-feira (15), durante a audiência de instrução e julgamento realizada no Fórum da Comarca de Chopinzinho, sudoeste do estado, onde foram ouvidas as pessoas suspeitas de envolvimento na morte do procurador do município, Algacir Teixeira de Lima, fato ocorrido no mês de março deste ano no centro da cidade, houve uma mudança nos rumos do processo segundo o Dr Jiancarlo Leobet, advogado de defesa de Giovanni Baldissera (pardal), preso por suspeita de envolvimento no crime.

Durante entrevista ao departamento de jornalismo da Radio Difusora América AM 1140, o advogado Dr Jiancarlo Leobet, disse que os rumos do processo mudaram a partir do depoimento de Darci Aquino, preso como sendo o executor do crime.

Segundo Dr Jiancarlo, Darci durante seu interrogatório deu uma versão diferente da que prestou na delegacia, dizendo ao Juiz que cometeu o homicídio por que a vítima devia dinheiro à ele, “  nós temos uma questão muito interessante, é que Darci Aquino aquele que foi o executor do crime, nesta audiência ele não ratifica o que diz na delegacia e modifica o seu depoimento, afirmando para o Juiz que cometeu o homicídio por que a vítima devida dinheiro para ele, então ele  também excluiu a participação de Giovane Baldisseira deste crime”.

 

Ainda segundo Dr Jiancarlo o inquérito policial que foi instaurado para apurar a autoria do homicídio contra Algacir Teixeira de Lima é totalmente nulo. Segundo o advogado “ a partir do momento em que o delegado de polícia identificou através dos depoimentos de Elvi, Nilton e Geferson, que Leomar Bolzani seria em tese um dos supostos autores intelectuais do crime, ele deveria imediatamente ter declinado a competência para tribunal de justiça, ele deveria ter comunicado o tribunal que naquele momento uma autoridade com foro privilegiado estaria sendo investigado como autor do crime, e o tribunal teria que autorizar e supervisionar todo o inquérito policial a partir do momento em que se descobriu que uma autoridade com foro privilegiado estava sendo investigado”.

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