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Paraná quer antecipar cronograma de área livre de aftosa sem vacinação

por Ivan Cezar Fochzato em 23 de outubro de 2017 9:42
por Ivan Cezar Fochzato em 23 de outubro de 2017 9:42

Lideranças do setor agropecuário entregaram, na última semana, ao governador do Paraná, um documento em que pedem que o Estado saia na frente para alcançar o status de área livre de febre aftosa, sem vacinação. Os produtores paranaenses querem antecipar o cronograma sugerido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para que se obtenha o reconhecimento pela Organização Internacional de Epizootias(OIE) em 2020 e não em 2023.

O manifesto conta com assinatura de mais de 200 entidades, entre sindicatos rurais e cooperativas,  que solicitam ações imediatas para evitar a discriminação e o isolamento do Paraná no mercado internacional de proteína animal, que começam a inviabilizar a suinocultura, a produção de leite, a avicultura e a qualidade da carne bovina. “Vale destacar que já sofremos as consequências por sermos barrados em 65% do mercado internacional de carne suína, além de pressionados no setor de lácteos e na avicultura para elevarmos o status sanitário do Estado. Enquanto o mundo expande suas importações, nós paranaenses somos marginalizados no mercado”, destaca parte do documento.

As entidades destacam que já está sendo constituído um Fundo de Apoio à Sanidade para que as medidas necessárias sejam implementadas, com o objetivo de reconhecimento de área livre de febre aftosa sem vacinação para o Paraná.

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