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Os riscos da busca pelo corpo perfeito sem esforços

por Juliana Raddi em 16 de outubro de 2018 21:32
por Juliana Raddi em 16 de outubro de 2018 21:32

(Imagem Ilustrativa)

Com o verão chegando a busca pelo corpo perfeito faz com que mulheres procurem alternativas visando resultados que levem a uma satisfação pessoal. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBPC), em 2017 foram realizadas 1,5 milhão de cirurgias plásticas no País, destas 60% com fins estéticos e 40% reparadoras.

Os procedimentos estéticos atraem por oferecer resultados aparentemente rápidos e sem esforços. Porém, devem ser realizados levando em conta se o profissional escolhido é médico, habilitado e com situação regular no Conselho Regional de Medicina (CRM). Quando há negligência na certificação desses detalhes, as consequências podem ser irreversíveis.

(Imagem Ilustrativa)

No último sábado (13), a morte da microempresária Fernanda de Assis, no Rio de Janeiro após passar por um procedimento estético em sua casa, trouxe à tona a discussão sobre o assunto. A mulher que realizou a aplicação de um produto de preenchimento de glúteos em Fernanda, não era médica e não teve o nome divulgado para não interferir nas investigações. Desde agosto, esse é o quinto caso de morte supostamente por procedimentos estéticos, onde quatro pessoas chegaram a ser presas.

O vice-presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Dr. Sergio Palma, alerta que “é preciso certificar-se sobre as condições para realizar procedimentos, a prática da medicina e realização de tratamentos devem ser feitos em estabelecimentos de saúde, como consultórios médicos, clínicas e hospitais, locais onde é possível observar os quesitos de biossegurança dos procedimentos”.

 

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