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Julgamento de José Frizanco segue nesta sexta-feira

por Evandro Artuzzi em 15 de junho de 2018 1:56
por Evandro Artuzzi em 15 de junho de 2018 1:56

A decisão se José Frizanco é culpado ou inocente pelo desaparecimento de sua mulher, a costureira Marli da Silva Frizanco, ficou para esta sexta-feira (15). O julgamento começou ontem, com quase três horas de atraso. Estava marcado para começar às 9 horas da manhã, mas os trabalhos só foram iniciados perto do meio dia. Durante toda a tarde foram ouvidas as testemunhas do Ministério Público.

O júri foi suspenso nas primeiras horas da noite e será retomando nesta manhã, às 9 horas. As sete mulheres que fazem parte do conselho de sentença foram isoladas em um hotel da cidade até a retomada dos trabalhos. A previsão é de que o réu seja ouvido durante a manhã desta sexta-feira. O julgamento é presidido pela juíza Janaína Monique Zanellato Albino, tendo na acusação a promotora Silvia Skaetta Nunes. A defesa de Frizanco estará a cargo do advogado Eduardo Ries.

O júri está sendo acompanhado por familiares do réu e da desaparecida e ainda por acadêmicos de direito de faculdades de Francisco Beltrão. No primeiro dia os trabalhos ocorreram dentro da normalidade. A Polícia Militar mantém uma equipe do Tribunal do Júri para evitar aglomeração de pessoas ou qualquer outro tipo de situação que possa comprometer os trabalhos da justiça.

O fato 

A costureira Marli Frizanco desapareceu no dia 29 de junho de 2016. Para o Ministério Público, o marido é o responsável pelo desaparecimento. Mesmo não tendo sido encontrado o corpo, José Frizanco teve a prisão decretada pela justiça e está recolhido desde novembro de 2016. Em entrevista concedida à Onda Sul FM, dois dias antes do júri, voltou a negar as acusações. Alega que a mulher teria fugido em companhia de outro homem.

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