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Hospital Regional amplia atendimento e se torna referência no Sudoeste

por Redação RBJ em 18 de julho de 2016 8:05
por Redação RBJ em 18 de julho de 2016 8:05

O Hospital Regional do Sudoeste (HRS), em Francisco Beltrão, vem se consolidando como principal referência de atendimento materno-infantil para 27 municípios. Desde que assumiu a assistência a gestações de risco intermediário e alto risco, a unidade salvou a vida de centenas de mães e bebês da região.

Em um ano, o índice de mortalidade infantil caiu drasticamente nos municípios de abrangência da 8ª Regional de Saúde, atingindo o menor patamar do Estado em 2015. Foram 7,35 mortes para cada mil nascidos vivos. Para se ter uma ideia, em 2014, quando o hospital ainda não atendia gestações de risco intermediário, o índice era considerado um dos piores do Paraná (11,20 mortes/1.000 nascidos vivos).

Gestantes são acompanhadas pela equipe do hospital. Foto de divulgação

Gestantes são acompanhadas pela equipe do hospital. Foto de divulgação

De acordo com a diretora-geral do Hospital Regional do Sudoeste, Nádia Zanella Vissoto, a medida centralizou os partos de risco no hospital e garantiu que as gestantes sejam atendidas com mais segurança, conforto e qualidade. “Temos uma equipe altamente especializada e uma estrutura moderna, com todos os equipamentos necessários para dar suporte a esses tipos de caso”, ressalta ela.

A unidade conta hoje com 10 leitos de UTI adulto e mais 10 de UTI neonatal, garantindo suporte adequado a possíveis intercorrências durante o parto. Somente neste primeiro semestre, 73 recém-nascidos prematuros ou com casos graves foram internados na UTI neonatal do HRS.

O hospital mantém ainda uma maternidade com 28 leitos e um centro obstétrico totalmente equipado, que realiza cerca de 60 a 70 partos por mês. De janeiro a junho, já são 378 nascimentos, referentes a gestações de alto risco e risco intermediário.

Atendimento– A dona de casa Elisângela da Silva Silveira, que recebeu alta com o seu filho Davi Luiz na quarta-feira (13), afirma que aprovou o atendimento. “Me senti muito segura, porque confiava na equipe do hospital. Tive uma gestação de alto risco e graças a Deus deu tudo certo. Hoje, 48 horas depois do parto, já posso ir para casa com meu filho nos braços”, declarou ela, que mora no município de Enéas Marques.

A dona de casa Elisângela da Silva Silveira é de Enéas Marques e recebeu alta com o seu filho Davi Luiz na quarta-feira (13). Foto de divulgação

A dona de casa Elisângela da Silva Silveira é de Enéas Marques e recebeu alta com o seu filho Davi Luiz na quarta-feira (13). Foto de divulgação

Quem também está satisfeita com a atenção recebida é a jovem beltronense Gabriela Borges, de 20 anos. Ela foi encaminhada para o hospital para fazer o pré-natal de sua primeira gestação, pois tem pressão alta e necessita de acompanhamento especializado. “Todos os profissionais são super atenciosos e a estrutura disponível aqui nos dá a tranquilidade que tudo ocorrerá bem”, disse a jovem que está na 31ª semana de gestação e foi internada para avaliar se será necessário antecipar o parto.

Referência regional da Rede Mãe Paranaense, o hospital é responsável pelo pré-natal e parto de gestantes de alto risco. Já para gestantes de risco intermediário, a unidade é referência para o parto e conta com a parceria do Centro de Especialidades da Associação Regional de Saúde do Sudoeste (ARSS) para consultas e exames especializados.

Referência– Segundo a diretora da 8ª Regional de Saúde de Francisco Beltrão, Cintia Ramos, a evolução do hospital é notável e tem sido decisiva para a melhoria dos indicadores de mortalidade materno-infantil e de óbitos relacionados à urgência e emergência. “Hoje temos um hospital resolutivo, que atende gestantes e bebês, oferece consultas e exames especializados, cirurgias eletivas e ainda é referência de atendimento pelo Samu Sudoeste”, detalhou.

Neste primeiro semestre, o hospital já realizou 2.873 atendimentos de emergência, 3.003 internamentos – sendo 242 em UTI, 988 cirurgias eletivas, 729 cirurgias de urgência, 12.020 consultas ambulatoriais, além de cerca de 77 mil exames, entre tomografias, raio-x, ultrassonografias, cardiotocografias, análises clínicas e outros.

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