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Governo de Abelardo Luz presta contas de cem dias da nova gestão

por Ivan Cezar Fochzato em 31 de Janeiro de 2018 16:43
por Ivan Cezar Fochzato em 31 de Janeiro de 2018 16:43

O prefeito de Abelardo Luz, Wilamir Domingos Cavassini e o vice-prefeito Jorge Piccinin, prestaram conta de cem dias de governo no município do oeste de Santa Catarina. Ambos foram empossados nos cargos em 29 de setembro, após vencerem  eleições suplementares, por decisão da Justiça Eleitoral, em 03 de setembro do ano passado. Á imprensa, expuseram uma dívida de R$ 17 milhões e a necessidade de uma reforma administrativa para contenção de gastos.

Na ocasião apresentaram relatório de convênios e dos recursos  federais obtidos  através de emendas parlamentares. Além das ações de cada uma das secretarias, os Executivos revelaram que o município possui uma dívida que ultrapassa os R$ 17 milhões de reais, contabilizados até 31 de dezembro.

Contaram que nos primeiros três meses de governo firmaram diversos convênios  viabilizando  recursos  que totalizaram R$ 1,7 milhões para revitalização do Parque de Exposições; pavimentação asfáltica; reformas do estádio Beira Rio e do ginásio José Maria; aquisições de retro escavadeira, tratores agrícolas; ambulâncias; implementos agrícolas  e um veiculo para transporte coletivo (Van).

Relatou Cavassini que conseguiu deixar o município em dia no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (CADIN), da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional. Com isso,  pode assinar convênios.É que havia uma negativação em razão da dívidas de mais de 2 milhões de impostos não recolhidos à título de INSS,  do exercício de 2010.

Informou que obras iniciadas em gestões anteriores deverão se concluídas ao longo de seu mandato, citando como exemplo, escola da José Maria e o Projeto de Esgotamento Sanitário, cujas obras que estão paradas há vários anos.  Reafirmou compromissos e metas para regularização fundiária das áreas urbanas, a construção da subestação da energia elétrica e a construção de conjuntos habitacionais.

Adiantou que para  equilibrar as contas será necessário aumentar a receita e diminuir as despesas. Para isso, deverá reduzir da folha de pagamento a partir de uma reforma administrativa, a ser  apresentada  ao  Legislativo ainda neste ano.

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